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preocupação que temos com as novas fontes de energia,
levou-nos ainda a considerar como parte integrante da
composição, uma faixa vertical de painéis fotovoltaicos para
complemento da energia eléctrica, na fachada Sul do
edifício, fazendo a transição formal entre o Hotel e a área
de escritórios.
Para estas últimos, utilizamos uma fachada de vidro plano e
transparente, que se “oferece” à vista da 2ª circular, com a
empena máxima de 15,00 metros, sendo a do Hotel com a empena
máxima de 17,00 metros, dimensões que são impostas pelo
P.D.M. de Lisboa.
O Hotel, é revestido por um conjunto de painéis com malha
metálica, que cumpre vários requisitos, a saber:
a) Funciona como “pele” de protecção solar e acústica;
b) Funciona ainda como “pele” de suporte do Lettering
identificador do Hotel, e de compatibilidade temática com
o novo edifício da aerogare;
c) Afirma-se como “objecto singular” na paisagem urbana
do Aeroporto, distanciando-se das imagens estereotipadas dos
volumes com janelas iguais e repetitivas, que estes
edifícios acabam por impor;
d) Permite criar uma iluminação nocturna difusa da pele
do edifício, contribuindo para a requalificação visual
daquela zona.
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